Vida dura no farol de Anacapri
Ou, melhor dizendo, à Anacapri, a parte mais montanhosa à Oeste da Ilha, onde fomos recebidos pelos queridos Pepe e Rosana com toda a hospitalidade e gentileza que só os Italianos sabem oferecer. Se um dia você for à Capri, sugiro que evite a Disneylandia do consumo e da cirurgia plástica que é Capri, e busque refúgio na autenticidade campesina de Anacapri.
Anacapri, templo da beleza campesina.
No mais, é obrigatório passar alguns dias al mare, admirando as dramáticas formacões rochosas e o belíssimo mar, que oscila entre tons de azul roial e esmeralda.
O Mar de Capri, seus tons e seus mil tons geniais.
As cavernas também são um espetáculo à parte. Em tempos imemoriais, serviam de piscina e fonte de água doce para os Romanos. Atualmente, provêem (esse acento caiu na reforma?) o sustento da populacão local, que cobra uns trocados para dividi-las com os turistas. Nada mais justo.
A Grotta Azzura
Em Capri, percebe-se porque tantos viajantes se apaixonam pela Ilha. Desde que César Augusto a comprou de Napoles em 29 a.C., dando Ischia como troco, passando por Tibério, que se mudou para lá para promover suas orgias tranquilo, longe das fofocas de Roma, até o médico Sueco Axel Munthe, que no século XIX lá ergueu a Villa San Michelle (vide post nos arquivos), quem vai pra Capri nunca mais quer voltar ao Continente.
A paisagem que, para os saudosos, lembrou Noronha.
Pois as fotos que ilustram este post mostram o por quê quase aconteceu o mesmo com Esposina e Papa.
Um comentário:
Pablão, estou indo para Genebra neste sábado. Estou tentando falar contigo. Aparece aí. Abs, Antonio
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