O meu caso de amor com a Grécia começou em Agistri, nas Ilhas Argo-Sardonicas.
Superados os traumas, o tema deste verão europeu foi curtir o mar onde o fazem os locais, e não os turistas. Agistri, assim como Ponza (vide post abaixo), é para consumo doméstico. Tant mieux. Se não fosse por meus cicerones Regina e Brady, eu provavelmente teria me hospedado na parte Ocidental da Ilhota, que é pouco charmosa e igualzinha a tantos outros balneários mediterrâneos. Sob seus cuidados, porém, pude explorar a parte Oriental de Agistri, mais selvagem, onde é necessário atravessar florestas de pinheiros para se chegar a belíssimas praias como Halikiada.
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| Astral em Halikiada |
Foi ali, despido de roupas e de preconceitos, que diariamente me dediquei ao tão brasileiro hábito da prosa, com minha querida Madrinha Regina, uma das pessoas mais fascinantes que jamais conheci.
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| Uma Rainha entre seus súditos |
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| Momentos de Reflexão |
Foi a preparação espiritual perfeita para a mágica Naxos, tema do próximo post.



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